A prática de clonar o celular é uma atividade criminosa que tem como objetivo roubar informações sigilosas ou se passar por alguém indevidamente. A clonagem de smartphones pode ser feita tanto pelo chip de telefonia quanto pelo próprio aparelho e acende um alerta sobre os cuidados que devem ser adotados a fim de se proteger de golpes.

Vale ressaltar que caso haja a suspeita de que o seu dispositivo já tenha sido clonado, é preciso entrar em contato com a operadora o mais rápido possível para informar o ocorrido e solicitar um novo chip. Caso a clonagem seja confirmada, é recomendado realizar o registro de um Boletim de Ocorrência com as autoridades competentes para se resguardar de possíveis fraudes.

 

Atualizar a senha do celular

Para evitar possíveis clonagens, é recomendado manter as senhas do seu celular e dos aplicativos atualizadas. Ao realizar a alteração, verifique se foram utilizados dados seguros, evitando o uso de data de nascimento, nome, números em sequências comuns e outras informações de fácil acesso.

Alguns dispositivos oferecem a possibilidade de utilizar também o desbloqueio por reconhecimento facial e impressão digital, o que tende a ser ainda mais confiável.

 

Verificação de duas etapas

Diversos aplicativos e até mesmo sistemas operacionais, como o iOS, oferecem este tipo de verificação quando o usuário cadastra um novo aparelho, por exemplo. Quando ativada, esta confirmação se dá por uma mensagem de um SMS, e-mail, confirmação no dispositivo anterior ou aplicativo específico para verificar a identidade.

Para confirmar a disponibilidade, é preciso ir até as configurações do aplicativo, ou sistema, e procurar por por “verificação em duas etapas”. O WhatsApp, por exemplo, utiliza uma senha de seis dígitos, impedindo o acesso de terceiros por meio do número de celular.

 

Evitar Wi-Fi público

Muitos estabelecimentos, como shoppings, restaurantes e aeroportos, oferecem a facilidade do Wi-Fi gratuito para os usuários. Mas é preciso ter em mente que estas redes estão mais expostas a possíveis invasões, principalmente quando não precisam de senha para serem acessadas. Por isso, ao realizar qualquer atividade na internet, inclusive aquelas que utilizam informações sigilosas, como as transações bancárias, prefira sempre as redes móveis.

 

Verificar mensagens suspeitas

Caso receba uma cobrança indevida ou solicitação de envio da senha, não responda sem antes conferir de onde veio a mensagem e se o canal é realmente seguro. Atualmente, é comum os usuários receberem informações de promoções imperdíveis e até mesmo possíveis problemas relacionados aos serviços utilizados em instituições como bancos e operadoras de telefonia.

Antes de prosseguir com o serviço, entre em contato com um telefone autorizado da empresa e verifique se a mensagem é confiável.

 

Evitar acessar links suspeitos

Ao receber qualquer informação duvidosa, procure um canal seguro que pode confirmar o conteúdo. Evite clicar em qualquer link desconhecido, uma vez que eles podem conter itens maliciosos que danificam o celular ou acessam os dados do dispositivo.

 

Estar atento às permissões concedidas aos aplicativos

É comum que alguns aplicativos solicitem permissões para operar de forma completa, como localização, acesso à câmera e microfone, ou até mesmo acesso a dados de outros programas instalados. É preciso estar atento aos dados que estão com acesso liberado para evitar golpes.

Quando necessário, verifique, nas configurações do aparelho, as permissões concedidas e faça a restrição necessária. Para uma maior segurança das informações, a recomendação é que sejam instalados apenas aplicativos contidos nas lojas específicas, como App Store e Play Store (iOS e Android).

 

Não compartilhar dados em computadores desconhecidos

Na faculdade ou no escritório, por exemplo, é comum conectar o smartphone para realizar a recarga da bateria. Ao conectar o dispositivo, verifique quais foram as permissões concedidas. O ideal é que seja utilizada apenas a opção de carregamento, assim o usuário evita o compartilhamento de dados com o computador, que pode estar com algum programa malicioso.

 

Fonte: Techtudo

 


Como ter uma internet segura nos dias de hoje?

Por mais acesso à informação que tenhamos nos dias atuais, essa ainda é uma dúvida recorrente de milhares de usuários. Pensando nesta comunidade, foi criado O Dia da Internet Segura.

O que é o Dia da Internet Segura?

É uma iniciativa anual com o objetivo de conscientizar usuários e instituições sobre a importância do uso seguro, ético e responsável da Internet. A data é comemorada todo dia 5 de fevereiro e mobiliza mais de 140 países em prol da segurança online.


Continue lendo

Segundo o levantamento do Google, entre as principais preocupações dos entrevistados estão: privacidade, prevenir-se do cyberbullying, evitar conteúdo impróprio, compartilhar informações com cuidado e evitar golpes.

Uma conduta imprudente online pode expor crianças e adolescentes ao contato com estranhos mal intencionados, mas não são só os menores de idade que estão sujeitos a riscos. Adultos são, com frequência, vítimas de golpes como phishing, vazamento de dados e sextorsão.

Confira a seguir algumas recomendações para garantir uma navegação segura na Internet.

1. Não clique em e-mails suspeitos

Para checar a veracidade do e-mail, confira o endereço do remetente e veja se a comunicação contém anexos com a extensão .exe. Se sim, é muito provável que esses arquivos carreguem vírus ou spyware. Não abra e apague a mensagem imediatamente. Vale lembrar que instituições governamentais, a polícia e o Poder Judiciário também são usados por criminosos nesse tipo de golpe.

2. Não concorde com os termos de uso das lojas virtuais sem lê-los antes

Se você já se cadastrou em um site de e-commerce, provavelmente pulou a leitura de um texto longo, e marcou direto a opção “Eu concordo com os termos e condições de uso”. Os termos de uso tratam de questões como a incidência ou não de frete, juros e impostos; tempo de entrega dos produtos e possíveis procedimentos de estorno e programa de descontos.

Nessa parte, é preciso prestar atenção se o texto esconde cláusulas que ferem o Código de Defesa do Consumidor. Já na Política de Privacidade, a empresa demonstra como cuidará e lidará com as informações privadas cadastradas pelos clientes em seu banco de dados.

É importante saber, por exemplo, por quanto tempo esses dados serão armazenados na memória da loja e se serão ou não compartilhados com outras empresas.

3. Não poste fotografias ou vídeos sem autorização das pessoas envolvidas

Respeitar a privacidade alheia é uma atitude especialmente necessária no ambiente online. Caso deseje postar uma foto em que aparecem outras pessoas, certifique-se de que elas estão de acordo com a publicação. Se o registro envolve uma criança ou adolescente, a autorização deve ser pedida aos responsáveis. No ambiente escolar, jamais poste fotos ou vídeos dos alunos na Internet.

Vale lembrar que redes sociais como Facebook, Twitter e Instagram oferecem a opção de desativar a marcação automática de fotos, prevenindo a associação do perfil a fotos constrangedoras e indesejadas.

4. Não pratique violência online e denuncie cyberbullying

Praticar cyberbullying significa usar o espaço virtual para ofender, intimidar ou hostilizar alguém. Mais comum entre crianças e adolescentes, a atitude pode ser punida pela Legislação Brasileira se for interpretada como crime contra a honra praticado em meio virtual.

Uma das formas de coibir o cyberbullying é por meio da denúncia. Para isso, é importante não apenas copiar o link da postagem abusiva, já que ela pode ser deletada posteriormente, mas tirar prints do perfil do agressor e também dos comentários e encaminhar às autoridades responsáveis.

Uma outra opção é denunciar a publicação na própria rede social. Além disso, também é possível denunciar práticas criminosas que ocorrem offline através de ouvidorias estaduais ou do site do Ministério Público, como no caso dos maus-tratos a animais.

5. Não deixe crianças usarem o PC sem controle parental

Embora a atual geração de crianças e adolescentes carregue o título de “nativos digitais”, a supervisão dos pais ainda é indispensável para garantir uma navegação segura. Nesse sentido, ferramentas de controle parental, como o SafeSearch, do Google, ajudam os responsáveis a proteger a privacidade dos filhos. O Instagram, rede social que conta com um grande número de usuários adolescentes, temo um guia com as principais ferramentas de segurança do aplicativo para dar suporte aos pais.

6. Não acesse sites fora da sua classificação etária

O Ministério da Justiça e a Procuradoria Geral dos Direitos do Cidadão já debateram a respeito da implementação de um sistema de classificações etárias na web, mas, até então não existe nenhuma lei nesse sentido.

Principal alvo da polêmica, alguns youtubers tem adotado um sistema de recomendações de conteúdo de acordo com a faixa etária em seus canais. Redes sociais, no entanto, possuem uma idade mínima para uso — a do Instagram, por exemplo, é de 13 anos —, que deve ser respeitada. Essa informação pode ser encontrada nas Diretrizes de Comunidades das plataformas.

7. Não use senhas fracas

Criar uma senha forte o suficiente para ação de invasores não tem nada a ver com criatividade, e sim com estratégia. Além disso, é importante adotar uma senha diferente para cada conta de e-mail, e-commerce e rede social que você visita regularmente.

Se o site ou aplicativo oferecer a opção, inclua a verificação em duas etapas no cadastro. A funcionalidade tem o objetivo de dificultar acessos indevidos: quando o usuário digita a senha, o serviço em questão envia automaticamente um PIN ou algum outro código para confirmar a identida

Fonte: www.techtudo.com.br

Se sua internet fica lenta com frequência, é possível que alguém esteja pendurado na sua rede sem você se dar conta.

Confira nossas dicas para descobrir invasores e evitar o uso indevido.

1 – Suspeita

A primeira pista de um possível furto de wi-fi é simples: se a internet ficar mais lenta em algumas horas do dia ou se ficar lenta de forma recorrente.

A segunda pista virá do roteador. Você precisa apagar completamente todos os dispositivos sem fio de sua casa. Se uma das luzes do roteador, a destinada ao wifi (às vezes indicada como WLAN) continuar piscando, é possível que esteja ocorrendo o furto.

2 – Descubra o invasor

Se a suspeita já existe, é preciso antes descartar outras possibilidades, como estar usando uma rede sem fio com pouca velocidade, computadores demais ligados à ela ou até mesmo obstáculos físicos ao seu wi-fi.

Para descartar estas possibilidades, especialistas recomendam instalar no computador, smartphone ou tablet um programa ou aplicativo que mostre os dispositivos conectados à sua rede.

Existem várias opções gratuitas, como o Fing, para Android e iOS; Network, Discovery ou Net Scan, apenas para Android; e IP Network Scanner ou iNet, para o iOS.

Também há opções para computadores de escritório: Angry IP Scanner ou Wireshark para várias plataformas e Wireless Network Watcher e Microsoft Network Monitor para os dispositivos da companhia de Bill Gates.

Todos eles mostram quantos dispositivos estão conectados à rede sem fio, cada um identificado com um endereço IP.

Se o aplicativo ou programa escolhido indicar que há mais dispositivos conectados à sua rede do que os que você tem, há um invasor de wi-fi por perto.

3 – Veja se alguém se conectou enquanto você não estava

Os programas e aplicativos citados acima detectam possíveis intrusos em sua rede wifi, mas apenas se eles estiverem usando sua rede ao mesmo tempo que você. Mas há formas de saber se alguém se conectou ao seu wifi enquanto você não estava em casa.

Para isto, você precisa de uma informação do roteador: o endereço IP, uma série de números separados por pontos, de três em três.

É possível encontrar este número no manual do roteador ou então no próprio computador. Se você tem um Mac, basta clicar no ícone de wifi e ir até o “abrir centro de redes e recursos compartilhados” no menu, depois ir até “conexão de área local” ou “conexão de rede sem fio”.

Vá até “detalhes”, onde outra janela vai se abrir. O endereço IP identificado como “porta de link predeterminado IPv4” é o endereço IP do seu roteador.

Se o seu computador é Windows, vá até a “busca” e digite “ipconfig/all”, depois “conexão LAN sem fio” e, por último, “endereço físico”. Assim, poderá obter o endereço do roteador. Você precisa colocar este número em seu navegador, desta forma poderá acessar a rede do roteador.

Após escrever a senha, você vai descobrir um registro das conexões feitas até este momento na sua rede wifi.

4 – Proteja sua rede

Talvez você tenha deixado sua rede sem fio aberta para que todos os membros da família possam se conectar. Ou talvez foi um descuido, ou algum vizinho usou algum aplicativo para descobrir suas senhas de wi-fi.

Seja como for, ter um intruso em seu wi-fi pode causar mais problemas do que você pensa. Eles podem ter acesso a informações armazenadas em computadores conectados à sua rede e, em casos mais extremos, podem cometer um crime em seu nome, como baixar pornografia infantil, por exemplo.

Para evitar tudo isso, a primeira coisa a fazer é mudar a senha do wi-fi. Sempre substitua por alguma mais complexa, o melhor é combinar letras e números. Outro truque para uma senha segura é pensar na letra da sua música favorita e escolher um trecho.

Uma vez que você mudou a senha, também poderá configurar o roteador para que permita apenas a conexão de dispositivos com endereços concretos.

Com isso, será mais difícil acessar sua rede wifi e você talvez nunca mais precise se preocupar se vai conseguir ou não assistir à sua série favorita.

Fonte: g1.globo.com